É Cingir com os braços. É Dar um abraço em quem se quer sentir Para compreender e estender-se a um alguém... É Admitir, aceitar, seguir. É cercar. É procurar um abraço recíproco. É aproximar-se de um ponto e segui-lo.
Se te peço um abraço... Você diz que precisa melhor posicionar os seus braços. Se eu fico triste... Você se afasta para não criar tantos laços. Laços que você não sabe desatar. Se alguém nos vê como um... Você passa a distanciar. E as vezes me pego perguntando: quanto tempo vou nas lembranças acreditar? Lembranças que você criou. Não só as carícias, mas seu coração me encantou. E logo agora que é tudo tão mais difícil para nós... Parece que você quer piorar: Está me fazendo te desamar? Algum tipo de cuidado cortante esse? Parece que creio que vá funcionar. Por que grita comigo com seu silencio? Por que me toca com sua distância? Por que não me deixa dormir, estando ausente de nossa cama? Se eu ligo... Não me concede nem um retornar. Nem uma mensagem curta e simples. Quer me mostrar que não se importa ou realmente não está a importar? Você está apagando as nossas lembranças! Ou quem sabe já as suas apagou... E apenas eu despercebida sou...
O cérebro isolado em sua caixa de marfim, o crânio. Torna qualquer reprogramação mais difícil, traduz: é engano. Ele espera sinais elétricos... Mas é o toque a sensação de melhores méritos. A visão pode mostrar-se ilusória. A audição pode fazer mentira de si própria. Mas o toque... Ah o toque... Envolve meu ser. Inclui minha pele. Porta de glória! A mente não consegue confiar em sinais contra a sua história. É o toque nosso tutor. Reescreve novas lembranças... Diz melhor do novo, e reescreve por cima do que se já passou. O toque tira o D da dor. Reutiliza o OR e cria novo amor. R.LP.P
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